1. O professor ter atualização científica, sendo capaz de oferecer o máximo de recursos aos seus alunos.
2. Ter escolas com equipamento tecnológico atualizado, propiciando ao professor, e também aos alunos e pais, acesso a tecnologias de ensino/aprendizagem.
3. Desenvolver conteúdos curriculares ligados ao conhecimento, que está sempre em transformação.
4. Estabelecer um processo de ensino que promova plena interação do professor com o aluno, a família e a comunidade.
5. Utilização da mídia, por parte do professor, para aprofundamento do saber.
6. Estar o professor sempre em formação, reaprendendo, com a escola abrindo espaço para sua educação continuada.
7. Melhorar a remunerção do professor.
8. Estabelecer uma nova gestão escolar, participativa.
9. Construir e reformar escolas para terem instalações prediais que comportem as necessidades de escolarização, lazer e saúde.
10. Dar acesso escolar a todos, sem discriminações, promovendo a inclusão das diferenças.
2. Ter escolas com equipamento tecnológico atualizado, propiciando ao professor, e também aos alunos e pais, acesso a tecnologias de ensino/aprendizagem.
3. Desenvolver conteúdos curriculares ligados ao conhecimento, que está sempre em transformação.
4. Estabelecer um processo de ensino que promova plena interação do professor com o aluno, a família e a comunidade.
5. Utilização da mídia, por parte do professor, para aprofundamento do saber.
6. Estar o professor sempre em formação, reaprendendo, com a escola abrindo espaço para sua educação continuada.
7. Melhorar a remunerção do professor.
8. Estabelecer uma nova gestão escolar, participativa.
9. Construir e reformar escolas para terem instalações prediais que comportem as necessidades de escolarização, lazer e saúde.
10. Dar acesso escolar a todos, sem discriminações, promovendo a inclusão das diferenças.
Esses
dez pontos resumem o pensamento atual sobre educação de
qualidade, que está intimamente ligado a uma nova formação
pedagógica do professor, e a um novo sentimento político das
autoridades públicas, falando-se inclusive na adoção de uma Lei
de Responsabilidade Educacional.
Estamos
de acordo que tudo isso faz parte da educação de qualidade,
mas sentimos que falta algo da máxima importância, que chamaremos
de comprometimento moral do educador com a educação, não
com o ensino, mas com a educação, com a formação total da
pessoa que está sentada na carteira escolar.
Para
alcançar esse comprometimento moral com a educação,
propomos a adoção de outros pontos. Para nós, além do que já
está descrito, educação de qualidade, acima de tudo, é:
1.
Adoção de uma nova filosofia de educação para reger o sistema
de ensino, uma filosofia com base espiritualista, única forma
de redimensionar a formação do professor e a estrutura da
sociedade.
2. Incentivo, de forma contínua, na própria escola, à auto-educação do professor, para que ele transforme-se num educador, aquele que vai além do trabalho no campo do saber, dando prioridade ao trabalho no campo moral.
3. Realizar o ensino com amor, com sentimento, esforçando-se o professor para ser exemplo daquilo que fala.
4. Substituir o vestibular, e todos os exames nacionais que dão equivalência ao mesmo em acordos com as faculdades, por um sistema de avaliação consciencial do aluno, onde mais importante é o nível de capacidade em colocar em prática os aprendizados na própria vida.
5. Priorizar a educação básica, onde compreendemos a educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, com currículos equilibrando a formação intelectual e a formação moral da criança e do jovem.
2. Incentivo, de forma contínua, na própria escola, à auto-educação do professor, para que ele transforme-se num educador, aquele que vai além do trabalho no campo do saber, dando prioridade ao trabalho no campo moral.
3. Realizar o ensino com amor, com sentimento, esforçando-se o professor para ser exemplo daquilo que fala.
4. Substituir o vestibular, e todos os exames nacionais que dão equivalência ao mesmo em acordos com as faculdades, por um sistema de avaliação consciencial do aluno, onde mais importante é o nível de capacidade em colocar em prática os aprendizados na própria vida.
5. Priorizar a educação básica, onde compreendemos a educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, com currículos equilibrando a formação intelectual e a formação moral da criança e do jovem.
Proclama-se
muito a cidadania, a justiça social, a ética nas relações
comuns. Compreendamos que não é a tecnologia, a remuneração,
os equipamentos pedagógicos, o saber atualizado, que irão
fazer a educação de qualidade, pois cidadania, justiça e ética
somente são conquistadas com formação do caráter do homem, que
assim não se deixará corromper por interesses que firam a regra
de ouro da educação: aprender a fazer ao outro somente o que
gostaria que o outro me fizesse.
Finalizando
nosso esforço de síntese, dizemos com toda convicção
que educação de qualidade alcançaremos quando educação deixar
de ser igual a sistema de ensino, e for sinônimo de educação
moral - na escola, na família, na sociedade.
Pensemos nisso!
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